InícioNotícias“O turista deve conhecer a nossa cultura e história”, defende Samuel Júnior

“O turista deve conhecer a nossa cultura e história”, defende Samuel Júnior

A Direcção Provincial da Cultura e Turismo em Inhambane diz estar focada na requalificação dos lugares históricos existentes na província, com vista a atrair mais turistas e contribuir para a arrecadação de receitas para os cofres do Estado.

Tendo em conta o desafio colocado de tornar a Província de Inhambane a “capital do turismo no país”, a Direcção que superintende o sector, na voz do Director Provincial, Samuel Júnior, explica que a requalificação dos lugares históricos na província vai contribuir, em grande escala, para a atração de mais turistas, permitindo-lhes visitar a província e conhecer de perto as suas maravilhas naturais.

Igualmente, Júnior foi mais longe ao vincar que, para além da requalificação do património, é necessário capacitar os guias e operadores turísticos para melhor servir os visitantes.

A cultura e a tradição local são um dos capítulos que precisamos de vender ao mundo”, acrescentou Samuel Júnior.

Tendo em conta que todos os edifícios construídos antes de 1920 são considerados património cultural, o sector encontra-se, neste momento, a trabalhar no levantamento das necessidades que o património carece. Para além disso, o património em si carrega a sua própria história, daí que, para completar a comunicação, seja necessário capacitar os próprios guias para saberem explicar qualquer informação sobre os lugares. Um outro ponto está relacionado com a facilidade de acesso e a existência de atrativos nesses locais, pois o turista deve encontrar algo mais para além dos edifícios que lá existem.

Numa outra abordagem, o dirigente apontou quatro pilares como base para tornar Inhambane a “capital turística do país”.

Precisamos de ter vias de acesso melhoradas, saneamento do meio garantido e uma boa gestão de resíduos sólidos. Devemos também ter empreendimentos turísticos que respondam às necessidades dos visitantes, dos mais aos menos exigentes. A diversificação do produto turístico e a eletricidade são elementos que, de forma alguma, devem falhar”, concluiu o dirigente.

Além dos lugares históricos, o sector identificou oito monumentos históricos que deverão ser restaurados até ao fim do presente ano.

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