A Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) veio a público esclarecer a situação envolvendo a estilista moçambicana Taussy Daniel, que recentemente viralizou nas redes sociais ao denunciar alegado mau atendimento que a teria impedido de embarcar rumo a Joanesburgo, numa viagem com destino final ao Gana.
Em comunicado divulgado, a LAM explica que, após tomar conhecimento das alegações, iniciou de imediato uma averiguação interna com base em imagens de videovigilância, depoimentos e análise dos procedimentos operacionais.
Segundo a companhia, a passageira apresentou-se inicialmente por volta das 06h13 num balcão de outra companhia aérea, onde permaneceu a tratar da sua bagagem. Apenas às 06h25 é que se dirigiu ao balcão da LAM. No entanto, o check-in para o voo TM301, com partida prevista para as 06h55, já havia sido encerrado às 06h15, em conformidade com as normas estabelecidas.
A LAM sublinha que os horários de encerramento de check-in são rigorosos e variam consoante o tipo de voo, sendo de 30 minutos antes da partida para voos domésticos, 40 minutos para regionais e 60 minutos para intercontinentais.
Desta forma, a companhia afirma que não foi possível aceitar a passageira para embarque, por razões operacionais e de segurança, reforçando que o cumprimento destes procedimentos não é facultativo.
Apesar da controvérsia, a LAM reafirma o seu compromisso com a transparência, profissionalismo e qualidade no atendimento ao público, manifestando-se disponível para prestar quaisquer esclarecimentos adicionais através dos canais competentes.
O caso continua a gerar debate nas redes sociais, levantando questões sobre atendimento ao cliente, cumprimento de horários e responsabilidades tanto por parte dos passageiros como das companhias aéreas.


